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sábado, 31 de janeiro de 2009

"The curious case of Benjamin Button"

Saidinho de mais um banco (SU; Emergency Room; Guardia...) corri para casa e dormi até às 13.30 despertado pelo telemóvel que estupidamente não pus no silêncio. Passei a manhã a sonhar tendo acordado com aquele cansaço próprios dos sonos mal descansados. Não consigo recordar um único episódio do meu sono REM para anotar no meu diários de sonhos electrônico. Tinha nos meus planos ir à tarde ao cinema. Queria ver "O estranho caso de Benjamin Button" de David Fincher... A fila chegava às escadas rolantes... Frustado rumei à Fnac, a minha perdição monetária... Á semelhança do que tem acontecido com o tabaco consegui contrariar os meus impulsos consumistas e não comprei uma merda que fosse. Dentro de pouco tempo não tenho um único espaço em casa para livros, CDs ou DVDs... Regressei ao cinema e lá consegui comprar um bilhete. Esta é uma das vantagens de se andar sozinho... Qualquer cantinho na lateral serve. Fiquei ao lado de mais um pai divorciado acompanhado pela filha adolescente, borbulhenta, viciada em pipocas e incapaz de sorver a Coca-Cola sem emitir sons vibrantes pela palhinha. Como eu odeio estes cinemas de Centro Comercial. O filme, pelas suas 2h e 45m não teve trailers introdutórios. Não vou aqui emitir uma opinião que seja ou sequer desvendar um pouco do argumento... A única razão que se me prende escrever neste blogue tem haver com fazer praticamente um ano, que no recanto do meu lar, chorei compulsivamente ao ver o "Diário da nossa paixão"... Aconteceu-me exactamente o mesmo com o estranho caso de Benjamin Button... Não consigo controlar esta minha sensibilidade e labilidade emocional. Choro com a mesma facilidade com que me rio e aprecio as emoções depressivas que me conduzem ao choro. O pior é a vergonha que passo para sair dos cinemas. Mas fiquei fascinado com o argumento do filme... Brilhante em termos filosóficos, emocionais e com uma mensagem que a mim me toca muito. Um dia destes publico aqui a lista de filmes que põem a chorar... e são muitos. A única pessoa que conheço que chora (de uma forma disfarçada) como eu é o meu pai...

1 comentário:

  1. Simplesmente..... arrepiante identifico-me em cada palavra....

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