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sábado, 12 de maio de 2007

Braga por um canudo


Vim hoje da belissima cidade de Braga. Desde sempre tive um fascinio por Braga mesmo antes a de a conhecer enquanto cidade. Na minha fase pré-adolescente, umas primas da empregada dos meus pais eram de Braga. Lembro-me nitidamente do fascinio que a prenuncia delas me suscitava. De facto, sempre gostei da prenuncia do Norte, mesmo quando por pirraça dizia que não. Elas eram lindissimas, mais velhas e tinham aquela prenuncia melodiosa, enrrolando os rrs. Uma delicia. A cidade de Braga é das cidades mais interessantes que já conheci. É arquitectonicamente equilibrada, a população é jovem e as pessoas são na sua maioria de uma simpatia sem precedentes. Descobri um restaurante por acaso quando chegou a hora de jantar na quinta-feira à noite. "Abade Priscos" . Cozinha regional, alguma modificada, que em Lisboa custaria no mínimo 35€ por prato. Ali, era vendido por 10€, mas tudo com muito amorrrr. Comi um prato criado pelo dono e chefe da cozinha, chamado "bem bom". Outro prato que comi foi o os bifinhos gulosos. Um belissimo pedaço de bife, com presunto, cogumelos e cebolada no interior de massa folhada. Uma delicia. As sobremesas outra tentação - Pudim Abade Priscos e Leite Creme. A não perder. Depois o dono do restaurante é de uma simpatia sem precedentes. O único defeito (ou virtude) foi não ter Coca-Cola. Vá-se lá saber porquê. Tendo em conta que o dono me ofereceu um livro por ele editado chamado a estética anarquista, penso que não ter coca-cola é tudo menos um acaso inocente. Apesar de tudo, estive praticamente todo o tempo enfiado no congresso e no Hotel - Pousada de São Vicente - a estudar. Aliás, não saí uma única vez à noite. Estive literalmente a estudar.

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