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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Filhos de uma grande...



Estou pior que estragado. Só me apetece encher este blogue de palavrões existentes e inexistentes no grande dicionário da língua portuguesa. Mas seria descer ao nível desse grande (ou grandes) filhos de uma... que me assaltaram o carro hoje em plena Alfragide às 18.30 da tarde junto a um jardim onde as crianças brincam e as pessoas passam para ir para casa. Obviamente os animais também lá andam à procura de um carro alheio para assaltar. Em 5 minutos, que foi o tempo que me demorei a ir buscar os meus filhotes, partiram-me o vidro do condutor, roubaram-me o GPS e os meus óculos escuros "prada". Pérolas para porcos. Duvido sequer que saibam mexer num GPS e certamente não terão estilo necessário para usar uns óculos "prada". Mas a vida é assim, há animais que gostam de parecer pessoas. Enfim, já ganhei o dia à conta da minha negligência e pelo facto de me ter esquecido da merda do gps no vidro. Não se pode facilitar. Enfim, serve isto para descarregar o meu stress e a minha ira perante estes animais que nos invadem o espaço e a privacidade desta maneira cobarde. Assim, se virem algum andrajoso com uns óculos prada espelhados (estilo neve) e um ar aparvalhado a tentar perceber com funciona um gps chamem o polícia mais perto para lhe dar uns piparotes.
nota: Espero que tenha uma diarreia crónica e que se borre todo cada vez que tentar roubar mais algum carro.

3 comentários:

  1. Até furioso tens a tua graça, mas deixa-me dzer-te Rui, os assaltantes neste momento não se vão preocupar em saber como se trabalha c 1 GPS. Vão preocupar-se mais é em vendê-lo!! Beijos.

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  2. Até furioso tens a tua graça, mas deixa-me dzer-te Rui, os assaltantes neste momento não se vão preocupar em saber como se trabalha c 1 GPS. Vão preocupar-se mais é em vendê-lo!! Beijos.

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  3. há uns anos fui visitar a minha tia, aí em Alfragide e toquei à porta, entrei no predio e a empregada disse-me que ela não estava, voltei para o caso sem deixar recado e ntrei no caaro. Fiquei estupefacto, não tinha o rádio e tudo mo que tinha deixado nos bancos tinha desaparecido, olhei o relógio e nem 5 minutos tinham passado desde que tinha deixado o carro ali. Fui à esquadra e os polícias deram-me um sorriso e uma palmadita nas costas. o rádio ainda podia recuperar, agora o resto se não tinha valor comercial já estava destruído. Por incrivel que possa parecer menos de uma hora depois eu tinha o rádio nas mão a troco de uma nota de dez contos.
    Moral da história: NUNCA MAIS FUI VISITAR A MINHA TIA.

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