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domingo, 15 de março de 2009

Watchmen

Apesar de fã de super-heróis |há tipos que se recusam em crescer| quando vi o trailer do filme "Watchmen" não me atraiu minimamente, sendo um trailer incompetente... Na maioria das vezes os trailers são falsos positivos, isto é, parecem demonstrar um filme de excepcional qualidade mas a frustração à posteriori é grande.  Mas é essa a função dos trailers, uma forma de publicidade enganosa mas legal. O irónico é quando temos trailers nas nossas vidas reais do lado de cá do écran. Quando certas situações e vivências sejam profissionais, sociais, emocionais ou de relacionamento nos parecem apelativas revelando-se à posteriori uma enorme frustração. Mas na realidade a vida real e a dos grandes écrans não diferem assim tanto. Uma realidade influencia a outra. Daí o facto de alguns de nós sermos cinéfilos, de nos projectarmos para dentro das películas, de sentirmos-nos as emoções que são simuladas do outro lado. É tudo uma questão de simulação. O interessante é quando perdemos as fronteiras entre o real e a ficção. Chama-se a isso delírio... psicose... whatever... A quantidade de vezes em que somos psicóticos é mais elevada do que parece.
 |Enquanto escrevo ouço a banda sonoro do Slumdog Milionaire. Brilhante... Aliás como o filme foi. Sempre vibrei com a cultura hindu. Apesar de tão distante da nossa realidade. Em tom de auto-crítica sempre gostei de excentricidades. A mim própria já me chamaram várias vezes excêntrico. O que se calhar até é verdade.|
Mais uma vez de saída de banco (SU) resolvi enfiar-me numa sala de cinema. Por falta de companhia lá fui em tom solitário para as salas do Alegro. Esta "##$""#$$#"" de construirem um centro comercial do meu flat é realmente um drama. O único filme, que me tinha recusado inicialmente a ver, que tinha um horário compatível era o Watchmen. Foi uma agradável surpresa. Adorei o argumento e o ambiente darkness do filme. Este foi mais um exemplo de um trailer falso-negativo, ou seja o filme é realmente bom. |Estou cansado de escrever, vou acender uma vela e relaxar nos ensinamentos Zen ainda não leccionados por quem de direito|. 

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