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sábado, 9 de janeiro de 2010

A almofada que cai.



Quinta da Regaleira, Sintra, 2010

O teu olhar terno transporto-o comigo,
Partes sem dizer adeus, porque os adeus só se dizem para sempre,
Não quero despedidas, porque ainda não morri,
A celebração da tristeza nunca me fez sentido.
Ficamos em margens opostas deste rio cinzento que nos separa,
Libertas-te de quem nunca te prendeu,
Quero-te acenar mas não consigo,
Fecho os olhos e navego pelo teu corpo, perco-me na tua mente, respiro o teu ser.
Fotografo-te a preto e branco porque é assim que a beleza deve ser guardada.
As memórias são o nosso elo de ligação,
A "almofada que cai" fica à tua espera,
e eu com ela...

2 comentários:

  1. ..a almofaca que cai..o tapete que nos tiram debaixo dos pés..e as memórias essas, são comolivros abertos escondidos no pó..

    Continuo a gostar de te ler. Bom ano para ti. :)

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  2. Almofaca... Isso é um neologismo. Obrigado. Acho que sei quem és anónimo... Beijos

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